18.12.07
O hotel e o Paraguai Parte I da viagem
Olá
Se não gosta de ler, vaza. (hehe).
Vou contar como foi minha viagem ao Paraguai e Argentina.
E não vou poupar caracteres porque as coisas boas estão nos detalhes.
O Hotel
Saímos daqui na sexta-feira (14/12) as 15:00. Fomos em dois casais.
Chegamos a Foz do Iguaçu eram umas duas da madrugada. Chegando ao hotel onde minha amiga sempre fica quando vai, uma surpresa: o hotel estava sendo fechado, não iria mais funcionar.
Saímos atrás de outro hotel e nada de encontrar. (Pudera, sexta-feira de madrugada).
Voltamos para o hotel que estava sendo desativado e resolvemos ficar por lá mesmo.
Quando entramos nos quartos, aquela surpresa. Tudo sujo, sujo mesmo. Ate lata de refrigerante tinha no chão... E não tínhamos alternativas. Dormir no carro é que não dava.
Só sei que eu passei a noite em claro, estava muito calor e já tinham tirado o ar condicionado dos quartos. Passei a noite toda levando mordidas de pernilongos e morrendo de calor. Passei muita raiva.
A única coisa legal e que quando eu levantava pra tomar um ar fresco na janela eu via o Paraguai.
O Paraguay
Acordamos no sábado (15/12) bem cedo, tomamos café da manhã e fomos para o Paraguai. Estávamos pertinho da Ponte da Amizade. Atravessamos andando e chegando lá minha amiga e o namorado foram logo ás compras. Eu e meu marido fomos mesmo para passear porque gastar mesmo não rolava (risos).
Compramos umas coisas para a casa e fiquei na vontade de muitas outras. Lá é tudo muito barato.
As mulheres são maravilhosas, verdadeiras divas. Muito simpáticas também. Alias, as mulheres de lá são muito mais simpáticas do que os homens de lá.
Uma coisa que eu já sabia sobre o Paraguay era sobre a sujeira das ruas. Muita sujeira mesmo.
Bom... Lá eu não vi banco, nem hospital.
Casas de cambio e ervas a venda? Muitas.
Ah, por falar em casas de cambio, eu fiquei assustada quando vi aqueles homens com armas enormes nas mãos.
Aqui os seguranças deixam a arma no bolso e passam aquela impressão de: “Estamos aqui para proteger. Esta arma será usada só em casos extremos”. Lá não. A impressão que tive foi “Se mete a besta pra você ver onde eu meto bala”.
Parecia coisa de filme.
Ah, você ouve idiomas diferentes o tempo todo. Lá tem muito árabe. Mulheres com rosto e corpos cobertos. Coisas muito diferentes do que vemos na rotina daqui.
E eles comem muita salada de frutas, vendem na rua, assim como vendem aqui latas de refrigerante em caixas térmicas.
Bom, vou ficando por aqui.
Volto para contar mais sobre o Paraguay e também sobre a Argentina.
Beijos